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Blog_Real - O Blog das Monarquias

Siga as actividades da realeza e fique a conhecer melhor as monarquias da Europa e do Mundo.

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Funeral do Infante D Henrique de Bragança, Duque de Coimbra

17.02.17, Blog Real

A Igreja de S. Vicente de Fora encheu-se para assistir à homenagem a D Henrique que faleceu na passada terça-feira aos 67 anos. O irmão, D. Duarte que estava em S. Tomé quando recebeu a notícia, viajou prontamente para Lisboa e estava visivelmente abatido durante a cerimónia.

“Tinha dado uma queda, bateu com a cabeça e sofreu um derrame cerebral“, conta D. Duarte de Bragança, acrescentando que toda a família está sensibilizada com a perda , principalmente os três filhos (Afonso, Dinis e Maria Francisca): ” os meus filhos ficaram muito emocionados, foi a primeira vez que perderam alguém“.

A missa foi presidida por D. Manuel Clemente, Cardeal-Patriarca de Lisboa.

O último adeus em Lisboa aconteceu hoje às 10:00, seguindo o corpo para Santar, no Concelho de Nelas.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Infanta Cristina e os filhos vêm viver para Portugal

17.02.17, Blog Real

Absolvida dos crimes fiscais de que era acusada com o marido, que por sua vez foi condenado, a infanta Cristina de Borbón vai mudar-se em breve com os quatro filhos para Lisboa, revela o El País.

A notícia é avançada pelo jornal espanhol El País, que escreve que a família sempre foi muito ligada à cidade de Lisboa. A mudança deverá acontecer no fim do ano escolar dos filhos do casal.

Quando o escândalo de evasão fiscal "rebentou", em 2006, o casal da realeza mudou-se para Washington para ter alguma privacidade. Anos mais tarde, em 2012, a irmã e cunhado do Rei de Espanha voltaram a mudar-se, desta vez para Genebra, depois de a infanta encontrar trabalho na cidade.

Este trabalho, na Fundação Aga Khan, motivou a mudança da família, razão pela qual vêm também agora para Lisboa. Deverão ficar instalados no Palacete Henrique Mendonça, comprado por esta Fundação. É esperado que Cristina continue a trabalhar para o Aga Khan.

A mudança para Lisboa vai permitir que a infanta e os filhos estejam mais perto do marido e pai, condenado hoje a seis anos e três meses de prisão pelas autoridades espanholas. A infanta foi absolvida dos crimes que estava acusada.

Caso Nóos: Infanta Cristina absolvida, Iñaki Urdangarin condenado

17.02.17, Blog Real

A infanta Cristina de Espanha foi absolvida no caso Nóos e o marido, Iñaki Urdangarin, cunhado do rei de Espanha, foi condenado a seis anos e três meses de prisão.

A Justiça espanhola absolveu, esta sexta-feira, a infanta Cristina, irmã do rei Felipe VI, da suspeita de evasão fiscal no caso Nóos, mas condenou o seu marido a seis anos e três meses de prisão por fraude e desvio de dinheiros públicos.

Desde o início do caso, o Ministério Público espanhol recusou-se a apresentar queixa contra a infanta Cristina de Borbón, mas uma organização chamada "Mãos Limpas" avançou com o processo em que a acusava de evasão fiscal e pedia uma condenação de oito anos de prisão.

Apesar de a infanta ser absolvida da acusação de colaborar com os delitos fiscais do marido, o tribunal condenou-a a pagar uma multa de 265 mil euros, conjuntamente com o marido, pela sua corresponsabilidade civil a título lucrativo no caso Nóos.

Entretanto, a Casa do Rei já reafirmou em comunicado, depois de conhecer a sentença, o seu "respeito absoluto pela independência do poder judicial".

Inaki Urdangarin, marido de Cristina e cunhado do rei Felipe VI, foi condenado a seis anos e três meses de prisão e ao pagamento de uma multa de 512 553 euros por enriquecimento com dinheiros públicos através de um esquema fraudulento feito pelo Instituto Nóos, que fundou e dirigiu entre 2004 e 2006.

O sócio de Urdangarin, Diego Torres, foi condenado a oito anos e seis meses de prisão por cinco delitos de corrupção cometidos como corresponsável no Instituto Nóos.

A decisão do juiz é conhecida 11 anos depois do início do caso, quando um deputado socialista pediu explicações pelos custos elevados de um fórum sobre turismo e desporto organizado por Iñaki Urdangarin para o governo regional das Ilhas Baleares.

Urdangarin era acusado de ter utilizado as suas ligações à família real para ganhar concursos públicos para organizar, entre outros, eventos desportivos, tendo em seguida desviado fundos para a Aizoon.

Durante o julgamento, a infanta negou ter conhecimento das atividades do marido.