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Blog_Real - O Blog das Monarquias

Siga as actividades da realeza e fique a conhecer melhor as monarquias da Europa e do Mundo.

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Iate Amélia

11.06.14, Blog Real

Iate Amélia I

O Amélia foi um iate, adquirido pelo Rei D.Carlos I de Portugal. Hoje em dia, o Amélia é, geralmente, designado Amélia I para o destinguir dos posteriores iates homónimos ao serviço de D. Carlos I.

Amélia era um iate de casco de ferro com 147 toneladas de deslocamento. Foi utilizado pelo Rei D. Carlos I nas campanhas de investigação oceanográfica, que o tornaram num cientista marítimo de renome mundial. Para isso, o Amélia estavam equipado com três embarcações miúdas e com petrechos de investigação.

Em 1897, o Amélia foi trocado pelo iate Amélia II.

 

Iate Amélia II

Amélia II foi um iate adquirido pelo Rei D.Carlos I de Portugal, em 1897, para substituir o iate Amélia I.

O iate foi construído em ferro em 1880 e, originalmente, baptizado Geraldine. Ao ser adquirido por D. Carlos I, tal como o seu antecessor, foi rebaptizado com o nome da esposa do monarca, a rainha D.Amélia de Orleães.

Tal como o iate antecessor, o Amélia II destinava-se, primariamente a ser um navio de investigação oceanográfica, atividade em que D. Carlos I estava profundamente envolvido e que o tornou num cientista de renome mundial. Para isso o Amélia II estava equipado com quatro embarcações miúdas (uma das quais a vapor), instrumentos para recolha, preparaçãoe e conservação de exemplares, além de alojamentos para os investigadores.

Em 1899 o Amélia II foi trocado pelo iate Amélia II.

 

Iate Amélia III

Amélia III foi um iate ao serviço do Rei D.Carlos I de Portugal, entre 1899 e 1901.

Originalmente baptizado como Yacona, o Amélia III substituiu, em 1899, o iate Amélia II, sendo rebaptizado, tal como este, com o nome da esposa do monaraca, a rainha D.Amélia de Orleães.

Tal como os antecessores amélias, o Amélia III foi adquirido por D. Carlos I para servir, essencialmente, como navio de investigação oceanográfica. Para isso tinha os equipamentos e instalações necessárias a essa atividade.

Em 1901 o Amélia III foi trocado pelo iate Amélia IV, o último e definitivo dos amélias.

 

Iate Amélia IV

Amélia IV foi um navio comprado pelo Rei D.Carlos I de Portugal, em 1901, para servir de iate Real, de navio de guerra e de navio hidrográfico.

Originalmente chamado Banshee, o Amélia IV foi o quarto iate, baptizado com este nome, adquirido pelo Rei D. Carlos I, para ser usado nas suas campanhas oceanográficas. Tal com os três primeiros iates, este foi também rebaptizado em homenagem à sua mulher, a rainha D.Amélia de Orleães. O navio chegou a Cascais a 2 de novembro de 1901.

Como os anteriores, o Amélia IV foi projetado para servir não só de iate, mas para ser multifunções. No entanto, a multifuncionalidade no Amélia IV ia bastante mais além do que nos antecessores já que projeto do navio era o de um cruzador de 2ª classe que, além de poder servir de navio de guerra para a marinha Portuguesa, tinha instalações para ser utilizado como iate Real e como navio de investigação ocenográfica.

O navio foi construído com o casco em aço. Tinha seis embarcações miúdas uma das quais era movida a electricidade e, a outra, a vapor. Dispunha de todos os equipamentos necessários para trabalhos oceanográficos.

Com este navio, D. Carlos I continuou as campanhas de investigação no mar, que o tornaram num dos maiores oceanógrafos e cientistas marítimos portugueses.

Na sequência do golpe militar queimplatou a república em Portugal, em 5 de outubro de 1910, foi no iate Amélia IV que o último Rei de Portugal, D.Manuel II e a sua família embarcaram, a partir da Ericeira, para se dirigirem para o exílio, sendo conduzidos a Gibraltar.

Iate Fortuna

11.06.14, Blog Real

Fortuna é o nome do iate da Família Real Espanhola, propriedade do Património Nacional. O iate atual é do ano 2000, quando substituiu o anterior de igual nome. É a terceira embarcação que repete o nome da embarcação da classe do Dragão com que Juan Carlos I participou nos Jogos Olímpicos de 1972, e que se encontra no museu Olímpico de Barcelona.

O Fortuna foi oferecido ao Rei por 25 empresários das Ilhas Baleares para o seu uso e desfruto, que o Rei posteriormente deu ao Património Nacional. Construíram-se os estaleiros navais de Izar em San Fernando (Cádiz). Está feito totalmente em alumínio, e conta com cinco camarotes duplos, mais os destinados à tripulação.

No ano passado foi devolvido pelo rei de Espanha ao Estado (ver aqui: http://blog_real.blogs.sapo.pt/298269.html). A embarcação de luxo, chamada “Fortuna”, estava à disposição da família real desde 2000 desde que foi doado por um grupo de empresários das Baleares.

A embarcação mede 41 metros e atinge os 130 quilómetros/hora. Para encher o depósito são precisos 25 mil euros.

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